Arquiteta Andressa Martinez

arquitetura, design e criação

Dissertação de Mestrado disponível online abril 20, 2009

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Está disponível para visualização e download do texto integral de minha dissertação de mestrado, intitulada Pequenas Intervenções em espaços livres públicos: itinerância, flexibilidade e interatividade, defendida em 2008, no PROURB/FAU-UFRJ.

Para quem se interessa por intervenções artísticas e efêmeras em espaços públicos, essa dissertação traz um panorama geral da produção contemporânea de arquiteturas itinerantes; mobiliários urbanos multi-usos e recursos tecnológicos em escala urbana. A investigação teórica centra-se em projetos multiprogramáticos, abertos à flexibilidade de usos; dinâmicos e adaptáveis; frente ao ritmo acelerado das grandes cidades.

O texto completo está disponível na base minerva da UFRJ (clique aqui) ou no site do Governo Federal Domínio Público (acesse aqui), um completo banco de teses e dissertações, aberto a consultas.

 

Objetos em movimento: interatividade no espaço público janeiro 21, 2009

Idéias criativas e surpreendentes definitivamente decretam o fim das antigas receitas urbanas para o projeto de praças…

 

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                     add-on, em Viena                       adaptative lounge, Berlim  volume at V&A, Londres

                                                                            

Essas imagens ilustram parte da minha Dissertação de Mestrado |2008| Pequenas Intervenções em Espaços Livres Públicos: itinerância, flexibilidade e interatividade, na qual defendo a necessidade de pequenas intervenções urbanas (mobiliário urbano móvel, arquitetura itinerante ou novas tecnologias) como pontos de atração para os usuários em espaços públicos.

Não é necessário ir a outras cidades para constatar que muitas praças, objeto de recentes intervenções, renovadas em seu mobiliário, com iluminação e pavimentação adequadas, muitas vezes permanecem esquecidas pelo público.

Espaços destinados ao público infantil estão abandonados, outros, projetados para a prática de exercícios físicos, vazios, enquanto a uma pequena distância, a pouco mais de vinte ou cinquenta metros, um local que não foi pensado estritamente para aquele fim abriga dezenas de atividades. Alguns anfiteatros e suas pesadas estruturas de concreto estão esquecidos e, simplesmente, tornaram-se barreiras a apropriação do espaço. A simples reorganização e padronização do mobiliário ou a definição de ‘programas’ rígidos, estritamente definidos, inflexíveis, que condicionam um modo de ocupação do espaço, está sujeita à falha.

Se o espaço público é a expressão mais evidente dos anseios da sociedade, se ele é a tradução direta de novas dinâmicas, por que alguns exemplos já falharam? Por que intervenções relativamente recentes já não respondem à demanda e ao ritmo dos atuais espaços urbanos? Como o espaço público pode instigar e atrair usuários diante das diversas opções de lazer oferecidas atualmente?

A observação de dezenas de projetos urbanos nacionais e internacionais indicam uma nova preocupação para o projeto de praças: multifuncionalidade e flexibilidade de uso.

 

Abaixo estão minhas propostas rápidas de intervenções na George Square, uma praça na cidade de Glasgow, Escócia.

 

Proposta 01 – Arquitetura Itinerante: módulos-bar

 

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02 – Mobiliário mutante: bancos móveis

 

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03 – Luz de humor: focos interativos

 

 

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Assim que o conteúdo integral da minha dissertação estiver disponível em pdf pela biblioteca da FAU|UFRJ, postarei o link para a visualização dos mais de cem projetos inusitados de espaços públicos que pesquisei.

 

 

 
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